
A Gazeta do Rio de Janeiro foi o primeiro jornal brasileiro. Na realidade, existiam dois jornais; Gazeta e Correio Brasiliense. O primeiro transmitia apenas interesses da corte portuguesa, alienava a população, apresentava tudo de maneira mascarada. Já o Correio escrito por José Hypolito da Costa em Londres e enviado ao Brasil clandestinamente,mostreva o que realmente estava acontecendo no país, o que de fato era o Brasil na época.
José Hypolito já sabia realmente o que era o jornalismo, informação e verdade para seus leitores, acima de interesses políticos e financeiros. O verdadeiro jornalismo serve para isso, informar. O jornalista é um formador de opinião, muitas pessoas seguem e discutem em reuniões e encontros com amigos o que leram nos jornais pela manhã, como cada veículo se posicionou sobre o caso, como cada jornalista abordou o tema. Por isso, a maneira como a notícia é transmitida , dependendo do caso, pode colocar a pessoa no céu ou no inferno.
A atrz Vera Fischer, quando ainda se recuperava dos problemas com drogas em uma clínica no Rio de Janeiro , foi dada como morta por um portal na internet. A notícia logo foi tirada da rede quando a gafe foi descoberta, mas a dimensão foi enorme. Perdeu-se a ética e o senso da verdadeira notícia. Tudo vale, tudo pode, não importa a maneira, nem mesmo quem será prejudicado com isso.
Com a crescende evolução da internet, criação de blogs,fotologs,orkut,dentre tantos outros, o jornalismo perdeu seu foco. Todo mundo se acha meio que jornalista e cologa em seus blogs e tantas outras páginas pessoais da internet informações, opiniões , divulga, e muitas vezes se torna um formador de opinião, mesmo que apenas em seu meio social(amigos, parentes).
A profissão ficou tão banalizada que, no ano de 2002, a juíza Carla Rister defendeu o fim da graduação em jornalismo. Qualquer pessoa, a partir daí, poderia obter uma carteira de jornalista, mesmo sme nunca ter sentado em um banco de faculdade. Seu parecer não deu tão certo como ela imagina. Em 2005, houve a legitimação do diploma.
O medo de perder a segurança que uma profissão oferece, faz com que todos assumam um papel irreal, algo que na realidade não acreditam. A apresentadora Ana Maria Braga, em entrevista dada a revista Caras, no ano de 2003, disse que quando saiu da Abril, ninguém mais a procurou. “ Era conhecida como a Ana da Abril, tinha perdido minha identidade”. Isso ocorre com muitos profissionais que se anulam e seguem um padrão pelo medo de perderem seus postos de trabalho. Existem os manuais de redação, quer dizer, o jornalista é obrigado a seguir os padrões impostos pelo veículo, se não for assim, está fora, não serve. Um absurdo, afinal, cada um deve ter o seu perfil, sua característica.
Amanhã o jornal te dá um pé na bunda e você fica sem rumo na vida. Os novos jornalistas devem ter em mente essa simples frase. Você não é um veículo em que trabalha, sim a maneira e ética com que dirige e passa a informação para seus leitores. Todos os profissionais que se portam dessa maneira, podem trabalhar desde em um jornal de bairro, até na principal emissora do país, que serão respeitados da mesma forma. É preciso não ter medo. Não ter medo da informação, doa ela a quem doer, não ter medo da verdade, esteja ela do lado que estiver, é preciso não ter medo de ser jornalista, acreditando em seu papel na sociedade. O jornalismo não existe para levar fama e glamour. Quem chega a essa na profissão em busca disso, com certeza está no caminho errado e morrerá na praia.
José Hypolito já sabia realmente o que era o jornalismo, informação e verdade para seus leitores, acima de interesses políticos e financeiros. O verdadeiro jornalismo serve para isso, informar. O jornalista é um formador de opinião, muitas pessoas seguem e discutem em reuniões e encontros com amigos o que leram nos jornais pela manhã, como cada veículo se posicionou sobre o caso, como cada jornalista abordou o tema. Por isso, a maneira como a notícia é transmitida , dependendo do caso, pode colocar a pessoa no céu ou no inferno.
A atrz Vera Fischer, quando ainda se recuperava dos problemas com drogas em uma clínica no Rio de Janeiro , foi dada como morta por um portal na internet. A notícia logo foi tirada da rede quando a gafe foi descoberta, mas a dimensão foi enorme. Perdeu-se a ética e o senso da verdadeira notícia. Tudo vale, tudo pode, não importa a maneira, nem mesmo quem será prejudicado com isso.
Com a crescende evolução da internet, criação de blogs,fotologs,orkut,dentre tantos outros, o jornalismo perdeu seu foco. Todo mundo se acha meio que jornalista e cologa em seus blogs e tantas outras páginas pessoais da internet informações, opiniões , divulga, e muitas vezes se torna um formador de opinião, mesmo que apenas em seu meio social(amigos, parentes).
A profissão ficou tão banalizada que, no ano de 2002, a juíza Carla Rister defendeu o fim da graduação em jornalismo. Qualquer pessoa, a partir daí, poderia obter uma carteira de jornalista, mesmo sme nunca ter sentado em um banco de faculdade. Seu parecer não deu tão certo como ela imagina. Em 2005, houve a legitimação do diploma.
O medo de perder a segurança que uma profissão oferece, faz com que todos assumam um papel irreal, algo que na realidade não acreditam. A apresentadora Ana Maria Braga, em entrevista dada a revista Caras, no ano de 2003, disse que quando saiu da Abril, ninguém mais a procurou. “ Era conhecida como a Ana da Abril, tinha perdido minha identidade”. Isso ocorre com muitos profissionais que se anulam e seguem um padrão pelo medo de perderem seus postos de trabalho. Existem os manuais de redação, quer dizer, o jornalista é obrigado a seguir os padrões impostos pelo veículo, se não for assim, está fora, não serve. Um absurdo, afinal, cada um deve ter o seu perfil, sua característica.
Amanhã o jornal te dá um pé na bunda e você fica sem rumo na vida. Os novos jornalistas devem ter em mente essa simples frase. Você não é um veículo em que trabalha, sim a maneira e ética com que dirige e passa a informação para seus leitores. Todos os profissionais que se portam dessa maneira, podem trabalhar desde em um jornal de bairro, até na principal emissora do país, que serão respeitados da mesma forma. É preciso não ter medo. Não ter medo da informação, doa ela a quem doer, não ter medo da verdade, esteja ela do lado que estiver, é preciso não ter medo de ser jornalista, acreditando em seu papel na sociedade. O jornalismo não existe para levar fama e glamour. Quem chega a essa na profissão em busca disso, com certeza está no caminho errado e morrerá na praia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário