
Tudo parece acontecer mecanicamente na vida de ums enhor. Acordar, fazer a barba. Se trocar, nada incomum. Tudo, menos o fato dele viver só, viver de lembranças. O diretor Sean Penn em seu curta, que tem como fundo o 11 de setembro, passa a trsite realidade desse personagem americano e a seus telespectadores. Realidade muitas vezes deixada de lado, escondida.
Um senhor vive de lembranças, sem mulher e filhos. A vida simplesmente passa, e ele a acompanha. Sua vida é como seu apartamento, escura, triste e sem brilho. A televisão fala, mas ele não a quer ouvir. O despertador toca, talvez para acordá-lo de uma realidade que ele já não quer viver.
É 11 de setembro de 2001. por caso do destino seu despertador está quebrado, a televisão fala para as paredese a primeira torre gêmea cai. A luz chega em seu apartamento. As flores que por uma vida toda foram murchas nascem, lindas e coloridas. O senhor sorri, mas chora em seguida ao ver ao seu lado na cama apenas um vestido, uma peça. Sua mulher não está lá.Ele lamenta o fato. A segunda torre cai. Ele com certeza não é o único a chorar.
Talvez o vestido na cama seja como os EUA. Algo idealizado, perfeito, inatingível, mas que na realidade não existe. Assim como aquele senhor despertou naquela manhã e vi que sua mulher não estava ali, também uma nação americana despertou.
Os ataques á Nova York mostraram ao fundo que o governo norte americano não é inatingível e que tudo pode acontecer.
O curta apresentado por meio da vida de um senhor representa uma realidade que muita gente,até hoje, se recusa a aceitar.
Um senhor vive de lembranças, sem mulher e filhos. A vida simplesmente passa, e ele a acompanha. Sua vida é como seu apartamento, escura, triste e sem brilho. A televisão fala, mas ele não a quer ouvir. O despertador toca, talvez para acordá-lo de uma realidade que ele já não quer viver.
É 11 de setembro de 2001. por caso do destino seu despertador está quebrado, a televisão fala para as paredese a primeira torre gêmea cai. A luz chega em seu apartamento. As flores que por uma vida toda foram murchas nascem, lindas e coloridas. O senhor sorri, mas chora em seguida ao ver ao seu lado na cama apenas um vestido, uma peça. Sua mulher não está lá.Ele lamenta o fato. A segunda torre cai. Ele com certeza não é o único a chorar.
Talvez o vestido na cama seja como os EUA. Algo idealizado, perfeito, inatingível, mas que na realidade não existe. Assim como aquele senhor despertou naquela manhã e vi que sua mulher não estava ali, também uma nação americana despertou.
Os ataques á Nova York mostraram ao fundo que o governo norte americano não é inatingível e que tudo pode acontecer.
O curta apresentado por meio da vida de um senhor representa uma realidade que muita gente,até hoje, se recusa a aceitar.
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