LUCIANE BRUNOEstreou no último dia 30 de abril nos cinemas, Homem de Ferro, mais uma adaptação das histórias em quadrinhos (um gênero que está em alta em Hollywood há alguns anos), e que tem primado pelo cuidado na hora de reproduzir nas telas os super-heróis das histórias em quadrinhos.
O elenco é comandado por Robert Downey Jr. extremamente competente no papel de Tony Stark, um rico empresário armamentista, que após ser capturado por terroristas durante uma demonstração militar, constrói uma armadura para escapar e também proteger seu coração, afetado por uma explosão de bomba.
Em seguida, o personagem antes arrogante e bom vivant se humaniza, aprimorando a armadura para salvar vidas e seguir um rumo inverso. Ao mesmo tempo, seu antigo patrono, Obediah Stane (vivido por Jeff Bridges) pretende roubar a tecnologia visando lucros no mercado militar (e ao final também a utiliza, se definindo como o vilão da trama).
Acompanha o elenco Gwyneth Paltrow, o que se utiliza de uma interpretação contida para viver Pepper Potts, a secretária do herói, que nutre por ele uma paixão disfarçada. Destaca-se também o militar James Rhodes (Terrence Howard) antigo amigo do protagonista.
As cenas de ação são empolgantes, e falando nelas, uma decisão acertada foi fazer o Homem de Ferro o mais realista possível, não apenas com computação gráfica, mas também com elementos mecânicos (sim, as armaduras foram confeccionadas e trajadas pelo ator, que incorporou totalmente seu papel).
Diversas pistas foram espalhadas pela trama para agradar os fãs de longa data (a agência Shield; a reação de Jim Rhodes ao observar a armadura; o grupo terrorista 10 Anéis, uma alusão ao arquinimigo de herói, ainda não revelado) mas o filme é bastante acessível à quem nunca se aprofundou no personagem.
Certamente, um começo promissor, que daqui a algum tempo deve ganhar uma seqüência. Diversão descompromissada e garantida.
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